Viver é complexo: sou condenado a escolher, e agora?

Viver é complexo: sou condenado a escolher, e agora?

Tempo de leitura: 3 minutos

Sou condenado a escolher, e agora?

Como viver é complexo, assumir um mundo de escolhas e se responsabilizar por elas, não tem sido o lugar mais vivido hoje.

Todos os dias nos deparamos com uma infinidades de variedades em lojas, assim como escolhas em nossas vidas: cores, curto ou longo, esse ou aquele, ser alegre ou triste, bater no peito minhas convicções e tudo bem!

A grande questão é que escolho a cada momento o que devo, além de sentir, fazer! Como assim? Pois é, tomo a cada segundo escolhas para minha vida seja ela pessoal ou profissional.

Já dizia Sartre “somos condenados a escolher”, porque independemente se quero me abster de qualquer escolha, eu já fiz a minha. Quando quero ficar de fora de alguma decisão, eu já fiz a minha.

Assim é a vida, da mesma forma que me condena a sempre escolher algo, me condena a ser livre.

O ponto chave é que a partir das minhas escolhas sempre haverá consequências, não que elas sejam boas ou ruins, porque eu particularmente não acredito em certo ou errado.

Apenas creio que devemos todos ser responsáveis pelo caminho que se tomou, e de novo, independente da escolha que fiz ou faço.

Para cada uma dessas orientações e escolhas, há que se bancarem as consequências das opções feitas, pois todas as escolhas trarão a também inevitável condição da renúncia à outra situação anterior ou às outras possibilidades.

Esse afã por querer tudo, e por não desejar viver os dissabores e as cargas que as escolhas também trazem, tem-se criado um cenário de relações adoecidas do ponto de vista social, afetivo, biológico e espiritual.

Construímos, como mundo relacional de sobreviventes, estratégias de entretenimentos e diversões que têm dinâmica de indústrias, nos quais shows e eventos os mais diversos, precisam distrair milhares de pessoas de segunda a domingo, tentando livrá-las de seus fardos existenciais.

Se você acredita que nada está dando certo para você, que o mundo é cruel, que as pessoas que te rodeiam são ruins, o que você tem plantado?

Ou melhor… quais tem sido as suas escolhas de vida?

Desde que nascemos até nossa morte, nossa vida consiste irremediavelmente em agir. Essa expressão ressalta a condição paradoxal (e talvez cruel) do ser humano: ao mesmo tempo que estamos condenados a agir, temos também de arcar com as consequências de nossas ações, feitas livremente apenas por nós mediante opções sempre existentes.

Pare de reclamar e mude a sua vida!

De certa forma, conheço muitas pessoas que reclamam, reclamam, reclamam… o fato é que elas não se lembram que se chegaram a este ponto é porque escolheram este caminho.

Então, vejo pessoas que sempre almejam mudanças, porém seguem sempre os mesmo caminhos, fazem sempre da mesma forma e não arriscam viver de um modo novo, ou melhor, não admite novas escolhas.

E o resultado? Mesmo caminho já é algo conhecido, mesmo dissabor.

Porém vale lembrar que é muuuuito mais fácil julgar o outro por você estar neste lugar, a culpa é do outro, da crise, das pessoas que são ruins e trapaceiras, do mundo, das estrelas…

Que tal parar e refletir que você está na condição que deseja, que o mundo não é tão cruel, muito menos as pessoas. Você apenas está onde quer estar.

Se está ruim? Saia desta zona de conforto e pare de reclamar do outro, porque ninguém é responsável por suas escolha.

Lembre-se: você também é um ser livre e condenado a escolher!

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